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Inteligência artificial na Pracinha

Usamos inteligência artificial em sítios concretos, e não em todo o lado. Esta página diz onde, para quê e com que limites — para ninguém ter de adivinhar.

1. Onde há IA

2. O que a IA não faz

3. Pode enganar-se

Estes sistemas geram texto por probabilidade e às vezes erram com confiança. Confirma sempre o que interessa — preços, stock, horários, disponibilidade de marcação — antes de agir. Se a resposta não bater certo com a loja, é a loja que tem razão.

4. Falar com uma pessoa

Nunca ficas preso ao assistente: cada loja tem telefone e email na sua página, e podes sempre usar o nosso Fale connosco. O assistente da loja encaminha o teu contacto quando não sabe responder.

5. A tua voz

As mensagens de voz são enviadas para um serviço de transcrição automática, convertidas em texto e descartadas — não guardamos o áudio. Fica o texto, no histórico da conversa, como se tivesse sido escrito. Antes da primeira gravação aparece este aviso, e gravar é sempre uma escolha: dá para escrever tudo o que se pode dizer.

6. Que modelos usamos

Atualmente usamos modelos da OpenAI para gerar texto e para transcrever voz. Os dados seguem ao abrigo de um contrato de subcontratação (art. 28.º RGPD) e não são usados para treinar modelos. Se mudarmos de fornecedor, atualizamos esta página. Os detalhes de tratamento de dados estão na Política de Privacidade.

7. Para lojistas

Ao ligares o assistente virtual da tua loja passas a ser responsável pela implantação de um sistema de IA (art. 3.º/4 do Regulamento (UE) 2024/1689). Na prática, o que isso te pede é simples e a Pracinha já te dá as ferramentas:

8. Reclamar ou pedir explicações

Escreve-nos pelo Fale connosco e diz o que aconteceu. Tens ainda o direito de apresentar queixa à autoridade competente — em Portugal, a CNPD para dados pessoais.

Referências: Regulamento (UE) 2024/1689 (Regulamento da IA), art. 4.º e art. 50.º; Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD).